domingo, 21 de outubro de 2012

Capítulo 5

Avril deu um pulo, asssutada. Olhou para trás. Era o garoto que tinha saído correndo dela no  começo da aula.

- Você acha que consegue matar aula, novata?
- Eu não acho, tenho certeza, licença.
- Ah, você não conhece essa escola como eu.- ele sorriu.

Ela empinou o nariz e foi em frente, mas de repente ela viu a diretora. Foi como em câmera lenta. Ela não conseguiria sair dali, a diretora a veria e ela estaria encrencada, mas então um braço a puxou. Era o garoto.

- Eu disse. - ele levantou as sobrancelhas - Vocês vão precisar de mim para conseguir saírem daqui.
- O que você quer?
- Meu nome é Keegan.
- Tudo bem, Keegan - Avril cerrou os olhos - Eu sou Avril e aquela pequena amedrontada ali é a Katy. Ótimo. Vamos.

Taylor POV's

Tudo pronto. Salgadinhos, cobertores, revistas, maquiagem, tudo. Só os convidados. Eles viriam a qualquer momento. A campainha tocou. Era a Selena com suas maria chiquinhas. Ela adorava fazê-las quando não estava em público. Com os olhos brilhando, jogou todas as suas coisas em cima dos colchões e olhou para Tay.

- Qual vai ser o filme de hoje? - ela perguntou, enchendo a boca de marshmallows
- Eu não sei. Tenho comédias românticas e terror. Qual vai ser?

Ela arregalou os olhos quando Tay disse terror e se levantou.

- Comédias românticas - ela deu um sorriso amarelo.

Mas que diabos estava acontecendo?! Ela e Demi andavam esquisitas demais. Taylor iria descobrir mais cedo ou mais tarde, disso ela tinha certeza.

- Então vai ser terror - Tay disse, jogando uma pipoca em sua boca - eu peguei um ótimo na locadora
- M-mas, Tay, a gente não deveria votar? - ela começou a roer as unhas - vamos esperar a Demi.
- Ela já deveria ter chegado.

Demi POV's

Demi encarava as paredes brancas do hospital. Certa vez, ela havia lido em algum lugar que cores claras acalmavam. Bem, ela havia acreditado a princípio. Mas agora, ela não estava se sentindo nem um pouco calma no meio de todas aquelas coisas brancas. Todas as suas unhas estavam roídas em sem esmalte, ela já havia amarrado e desamarrado seus sapatos tantas vezes que já tinha perdido a conta. Estava ali desde a hora do almoço, e já eram quase 6 da tarde, ela deveria estar indo para a festa da Taylor. Mas como ir em uma festa, se sua mãe estava na UTI há 3 horas? Ela estava prestes a mandar uma mensagem para Tay dizendo que não iria, quando um médico grisalho e estranhamente familiar chamou seu sobrenome. Ela se levantou prontamente.

- Eu sou a Lovato. - ela disse, se aproximando do médico - Quer dizer, Demi. É, Demi Lovato.
- Eu sei - ele disse mudando de expressão. O que era aquilo? Parecia algo como... carinho - Eu sou Patrick.
- Hm, tudo bem. - ela disse, cansada de conversa mole - Como está minha mãe?
- Ela está... - Patrick hesitou, parecendo medir as palavras - Ela vai ter que ficar.
- Como assim?
- Nós vamos interná-la.
- Inter... - Demi não gostava de ficar sem sua mãe - Por que?
- Nós não achamos que ela deva voltar pra casa.
- Ela piorou? - Demi levantou a voz e começou a roer o que tinha restado de unha

Patrick fechou os olhos e respirou fundo.

- Sim.

Os olhos de Demi se encheram de água. Droga. Ela odiava chorar. Quando ela chorava, todos ficam a olhando com pena. Engoliu em seco, então o desespero veio.

- Ela nunca mais vai voltar pra casa? Ela vai ficar bem? O que está acontecendo?
- Acho que você deveria ir para casa - o doutor disse calmamente
- Mas que droga, eu não vou pra casa sem ela! - agora ela estava gritando. A calma de Patrick estava irritando-a mais do que qualquer coisa - Será que você não entende? Ela é a única coisa que eu tenho! Uma das únicas pessoas que eu tenho certeza de amar!

Ela caiu no chão. Seu chilique a fazia parecer que tinha 3 anos de idade e sua mãe não queria comprar a boneca da vitrine. Só que o caso era muito mais complicado

Continua...

Deesculpa a demora, vou tentar postar mais, ok?

Espero que gostem!

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